quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Lembra da pirataria...olha essa!

Você pode ir até a Cataluña e pagar €59.99 na camiseta do Barcelona. Se preferir, dar um pulo em Milão e adquirir a sensacional camiseta 99 do Ronaldo (já que só o 9 não coube no tamanho XXG) por singelos € 80,00. Quem sabe conhecer Buenos Aires e voltar com a história camiseta do Boca Junior após desembolsar U$S 33,93, porque não?
Mas acredite, nada se compara a um produto de Pedro Juan Caballero (Paraguai).
Camisa do Vasco com etiqueta do Corinthians. Isso que é originalidade.

Ô TINHÔÔÔ...DUNGAZULEIJO

Muitos pediram uma piada sobre a camisa do Dunga. Os argentinos deitaram e rolaram, a capa do Olé desta quarta-feira registra: "Sin Camisinha". "O Brasil passou vergonha na derrota por 2 a 0 para Portugal e pela incrível camisa de Dunga", informou. Na capa do diário, há ainda balões com "supostas" ironias dos atletas a vestimenta do treinador.
O melhor era o Galvão Bueno, sempre ele, falando que o Dunga estava fashion. Mesmo com a derrota, Agostinho Carrara disse que foi um prazer emprestar sua camisa preferida ao técnico da seleção.

Novo Pálio!


Novo Pálio, em sua terceira restilização, o carro ficou com um visual mais agressivo. A motorização continua a mesma 1.0, 1,4 o motor 1,8 litros é a grande novidade a fiat vai desenvolver o seu próprio propulsor abandonando o propulsor beberão da GM.

Kimi Raikkonen e seu novo brinquedinho a Iceman Bike!

O mundo da Fórmula 1 sempre esteve muito ligado à excentricidade de seus pilotos. Não é raro encontrarmos personagens que deram nome a rodovias e estrelas, ou mesmo a grandes jatos particulares e até a ilhas na Arábia. Embora esteja em um patamar um pouco mais “modesto”, o finlandês Kimi Raikkonen, da equipe Ferrari na categoria, também mostrou não estar de fora deste seleto grupo de pilotos. Isso porque, há alguns meses, ele recebeu em sua casa seu novo “brinquedo” para os momentos de lazer fora das pistas de corrida. Trata-se da Iceman Bike, uma verdadeira peça de colecionador feita sob medida para o piloto e totalmente projetada pela Walz Hardcore Cycles, uma empresa de personalização de motos situada na Alemanha. O nome da obra-de-arte sobre duas rodas vem do apelido de Kimi nas pistas, devido a sua frieza ao pilotar.Equipada com uma série de detalhes exclusivos, como protetor do filtro de ar em fibra de carbono e o assento estampado com o nome da moto, a Iceman foi desenvolvida ao longo de quase 12 meses de muito trabalho. “Nossas motos são únicas, verdadeiras obras de arte da engenharia. E a Iceman Bike reflete essa nossa filosofia de trabalho”, diz Marcus Walz, dono da empresa. E não é para menos. Todos os acessórios utilizados no modelo foram trabalhados e modificados de forma a que se adequassem com perfeição ao projeto idealizado com a ajuda direta de seu ilustre proprietário. Para isso, algumas partes tiveram que ser herdadas da americana Harley-Davidson. Neste sentido o destaque é o motor, um V2 Twin Cam aumentado para 1800 cm³ que produz cerca de 120 cv de potência. A transmissão, também Harley-Davidson, é de cinco velocidades com correia dentada e acionamento hidráulico da embreagem. Infelizmente não são divulgados números como torque e peso para termos idéia de seu desempenho. No entanto, em se tratando de uma moto de 100 mil euros, feita especialmente para um “profissional da velocidade”, não há como duvidar de todo o seu potencial.Outro destaque são os freios. Segundo o fabricante, o sistema dianteiro é o original utilizado pela equipe Ducati na MotoGP. Os dois discos de 320 mm com pinças de seis pistões são feitos com um composto de magnésio e carbono na dianteira. Já na traseira o sistema desenvolvido por Marcus Walz utiliza apenas um disco perimetral com quatro pistões.O garfo dianteiro utilizado na Iceman Bike, de alta performance, também foi herdado da equipe Ducati. Os pneus são Metzeler, sendo que na dianteira as medidas são 130/60-18, e, na traseira, 280/35-18.

Ferrari da Show em Jerez e Marco Andretti testa honda e fica em último!

JEREZ DE LA FRONTERA, Espanha - Felipe Massa voltou ao cockpit da Ferrari em grande estilo. Após perder os testes da terça-feira em Jerez de La Frontera, na Espanha, por ter acordado com febre, nesta quarta o brasileiro estabeleceu a melhor marca do dia, com 1m19s746. Foi o primeiro confronto entre Massa e o finlandês Kimi Raikkonen com os dois ao volante do novo carro da escuderia, o F2007. Raikkonen ficou em quinto lugar, três décimos atrás do brasileiro. Em segundo ficou a McLaren do novato inglês Lewis Hamilton. Fernando Alonso, com a outra McLaren, ficou em quarto lugar.
Outros dois brasileiros testaram nesta quarta-feira. Nelsinho Piquet e Ricardo Zonta, ambos pilotos de teste da Renault, ficaram respectivamente em sexto e 14º lugar. A atração do dia foi o norte-americano Marco Andretti, piloto da IRL, que testou pela segunda vez um carro da Honda. Andretti guiou o novo RA107, ao lado do inglês Jenson Button, e ficou com o último tempo do dia. Os testes prosseguem em Jerez nesta quinta.



Ficou assim:





1º - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m19s746 (46 voltas)


2º - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m19s821 (109)


3º - Robert Kubica (POL/BMW-Sauber) - 1m19s839 (96)


4º - Fernando Alonso (ESP/McLaren-Mercedes) - 1m20s046 (101)


5º - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m20s068 (46)


6º - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m20s070 (76)


7º - Alexander Wurz (AUT/Williams-Toyota) - 1m20s132 (78)


8º - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m20s143 (66)


9º - Ralf Schumacher (ALE/Toyota) - 1m20s604 (59)


10º - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m20s629 (36)


11º - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m20s702 (70)


12º - Nick Heidfeld (ALE/BMW-Sauber) - 1min20s710 (80)


13º - Jenson Button (ING/Honda) - 1m20s751 (100)


14º - Ricardo Zonta (BRA/Renault) - 1m20s767 (86)


15º - Jarno Trulli (ITA/Toyota) -1m20s898 (80)


16º - Marco Andretti (EUA/Honda) - 1m22s151 (74)

Ferrari grava comercial nas ruas do Rio!

Com um certo ar de mistério, a Ferrari gravou um comercial no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira. A gravação deixou ainda mais movimentado o eclético bairro de Copacabana. Atraiu a curiosidade de prostitutas, de atletas e até de fiéis de uma igreja evangélica.
Trata-se de uma campanha da Shell italiana em que carros de F-1 correm nas maiores cidades do mundo, durante o dia. Os responsáveis pela gravação no Rio preferiram não dar entrevista. A Shell do Brasil afirmou não saber se o comercial será veiculado por aqui.
Eram 6h30m da manhã quando o barulho do motor do F310B, de 1997, roncou pela primeira vez. A 100m de distância era possível ouvi-lo. As prostitutas ainda voltavam do trabalho, e os atletas caminhavam em direção à orla. Já o fiel de uma igreja evangélica localizada na Avenida Princesa Isabel, palco da gravação, aproveitava para cativar quem passava.
Não era permitido se aproximar do carro, pilotado por um senhor de cerca de 60 anos. Ele parecia sofrer com o calor carioca. No ano em que o F310B era usado, os pilotos da Ferrari eram Michael Schumacher e Eddie Irvine.
Os seguranças tentavam afastar quem passava e parava em frente ao set. Coincidência ou não, as bandeiras que eles usavam eram vermelhas, cor da Ferrari.