sábado, janeiro 20, 2007

Fernando Alonso da nota 8.0 para a nova MacLaren e é cauteloso em suas previsões!

O espanhol Fernando Alonso deu nota oito para o MP4/22, novo carro da McLaren na Fórmula 1. Na quarta-feira, o bicampeão mundial fez seu primeiro teste com o carro e fez a melhor volta do dia em Valência, apesar de problemas no tanque de óleo.
- Dou um oito. Estamos perto, mas ainda temos que chegar a 100% até o GP da Austrália. Temos que buscar mais confiabilidade, sempre há o que melhorar – diz o espanhol, em comunicado oficial.
Quanto ao futuro da McLaren, Alonso preferiu ser realista:
- É cedo para dizer se vamos lutar pelo título e para criar falsas expectativas. A McLaren é uma grande equipe e o carro está indo bem na pista. Estou satisfeito, mas ainda falta muito, temos que pilotar contra os nossos rivais e acreditamos que a Ferrari virá muito forte esse ano quando fizermos nosso primeiro teste junto teremos uma prévia mais clara – afirma o atual Campeão.

Corvette Sting Ray, o americano com alma europeia!

Para fugir do estilo convencional de seus automóveis de grandes dimensões, a General Motors passou alguns anos tentando projetar um carro que se aproximasse dos autênticos esportivos europeus. Valeu a pena o esforço, pois, em 1953, a montadora americana apresentou o Corvette, modelo que rapidamente se transformou em mito na história da indústria automobilística e símbolo dos Estados Unidos.

Com carroceria feita em fibra de vidro, os primeiros modelos tinham formas curvas, faróis redondos e ampla grade cromada. O conversível Corvette era equipado com motor seis cilindros em linha de 150cv de potência. Com o passar dos anos, a carroceria foi modificada e, em 1960, ganhou faróis duplos redondos e faixas nas laterais, onde havia entradas de ar. No ano seguinte, a traseira foi alterada, ganhando formas retilíneas com quatro lanternas, estilo que lhe rendeu o apelido de Duck-tail ou rabo de pato.

Mas as mudanças mais significativas ocorreram em 1963, quando a GM lançou o Corvette Sting Ray, com desenho inspirado nas formas de uma arraia. A frente passou a ter linhas mais retas e faróis escamoteáveis que são acionados por comando elétrico. Na traseira, pequenas lanternas redondas e uma saída de escapamento de cada lado.

O motor original 327, um V8 de 365hp, quadrijet, que proporciona um desempenho excepcional ao esportivo. Mas não poderia ser diferente, pois, com toda essa cavalaria e pouco peso, o carro tem que ser muito rápido, se você puxar até o limite de 6000 giros, e essa acelerada durou mais que 5,7 segundos, já passou dos 100 km/h. Uma freada forte nos levanta um pouco do assento, mas não há nada a temer. Ele pára. Coragem, homem! Se quiser moleza, a Chevrolet tem o Corsa.

Aliás os freios são um capítulo a parte, os primeiros Sting Ray vinham com freios a tambor. Panelões imensos, eficientes, porém sujeitos ao "fading". Daí que, a partir de 1965, os freios a disco nas quatro rodas passaram a ser standard. Assim como a suspensão moderna até para os dias atuais, independente, com dois triângulos superpostos e amortecedores telescópicos, nas quatro rodas. Na dianteira, molas helicoidais; na traseira, feixe transversal. Tendo massa bem distribuída, ele é equilibrado e bem comportado nas curvas, ou seja, gosta delas. Curvando forte em asfalto ondulado há um pequeno balanço traseiro que é logo corrigido com leves toques no volante. No piso plano, em alta velocidade, a curva sai lisa e os pneus cantam fininho há quem não goste desse som, fazer o que...

E não é só isso. O ronco do motor também chama a atenção e, para muitos, soa como uma verdadeira sinfonia. O câmbio pode ser manual de quatro marchas ou ainda a opção de transmissão automática de três velocidades.

O painel se destaca no interior e valoriza as características esportivas do modelo. Todo revestido em couro vermelho tem dois arcos nas extremidades, um abrigando o porta-luvas, e outro, os instrumentos (velocímetro, conta-giros, amperímetro, pressão do óleo e nível de combustível), painel completo. O volante de aro de madeira fino e três raios é típico dos esportivos dos anos 60.

O conversível tem capota de lona preta, que, ao ser recolhida, fica escondida em compartimento atrás dos bancos. Mas há também outra capota de fibra, pintada na mesma cor da carroceria. O carro não tem porta-malas e o tanque de combustível de 75 litros ocupa o lugar dele. Detalhe interessante é a tampa do tanque, que lembra a dos carros de competição.

Vale lembrar que até 1964 o modelo era equipado com pneus diagonais, substituídos pelos radiais, no ano seguinte. As calotas são de aço inox e têm no centro as tradicionais bandeirinhas quadriculadas, símbolo da marca.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

O cú do mundo!

Você já se perguntou onde é o cú do mundo? Nós do Papapadas já encontramos para você!

Comemoração ao natalício de Muhammad Ali!

Apesar dos anúncios de que ficaria em casa, Muhammad Ali participou nesta quarta-feira de uma celebração do seu aniversário de 65 anos. A lenda do boxe mundial foi homenageada pelo comediante Billy Crystal em seu monólogo “700 Sundays”, apresentado na Universidade do Estado do Arizona.
Aproximadamente duas mil pessoas estavam na platéia do monólogo e ovacionaram Muhammad Ali com gritos de “Ali! Ali! Ali!”. Um bolo foi levado pela esposa de Crystal, Janice, para o palco e a platéia cantou parabéns para o ídolo. De braços dados, Ali e Billy Crystal apagaram as velas e deixaram o palco.

Toyota a grande interrogação!

A Toyota é outra equipe que apostou na mudança radical dos componentes aerodinâmicos para a temporada 2007. Assim como a Ferrari, a equipe elevou a suspensão dianteira, mudando radicalmente o conceito do carro. O time japonês quer finalmente brigar pela ponta, após algumas decepções na categoria.
Os japoneses têm um bom motor. O problema pode ser a inexperiência de Pascal Vasselon, novo diretor-técnico da Toyota. E ai será que em 2007 a equipe aparece na zona de pontuação com maior frequencia, ou melhor com alguma frequencia, já que os carros da escuderia japonêsa mal terminam as corridas!

terça-feira, janeiro 16, 2007

Novo carro da Renault...Flagrado antes do lançamento!

Internet e o novo hábito de se levar uma máquina fotográfica sempre no bolso atrapalharam os planos da Renault de fazer suspense sobre o seu novo carro. Apesar de o lançamento do R27 estar previsto apenas para o dia 24 de janeiro, já circulam na grande rede as primeiras imagens do carro. O modelo por enquanto leva um tom mais escuro de azul, mas deverá mesmo ser laranja, cor do principal patrocinador da Renault, a seguradora holandesa ING.



Esperamos que o Galvão Bueno não fique o ano todo confundindo com a estreante Spyker que também tem como cor predominante o Laranja.

As imagens, ao que tudo indica, foram feitas durante o treino secreto da equipe francesa no circuito de Silverstone, na última quarta-feira, e que contou com Nelsinho Piquet no cockpit. O carro chega com novas curvas, apresentando um nariz mais largo e um novo aerofólio dianteiro, além de alterações também na parte traseira.
E agora será que era o carro ou será que era o piloto? Não sei ainda, mas, não aposto na equipe francesa nessa temporada!

BMW, quer brigar por pódium e sonha com a liderança! Será?

A BMW Sauber apresentou em Valência seu novo carro, batizado de F107. Com ele, a equipe pretende subir ao pódio em algumas corridas na temporada 2007 com seus dois titulares, o alemão Nick Heidfeld e o polonês Robert Kubica.
Mario Theissen, chefe de equipe, afirmou que este é o primeiro veículo fabricado integralmente pela equipe. Em 2006, a BMW Sauber encerrou o campeonato em quinto lugar, com 35 pontos. Além disso, a equipe conseguiu dois pódios, na Hungria, com Nick Heidfeld, e na Itália, com Robert Kubica.
- Agora, com este novo carro, queremos dar um passo adiante. Nosso objetivo é que o novo carro nos permita ficar na liderança e estar em condições de alcançar o pódio nas corridas e na classificação final. Temos agora 430 pessoas trabalhando e esperamos fazer uma boa campanha – diz Theissen, em comunicado oficial da equipe.
A fabricação do novo carro começou em abril de 2006. Desde então, o objetivo da marca foi trabalhar na adaptação do veículo à nova regulamentação do campeonato, que determina, entre outras coisas, a utilização de apenas uma marca de pneus, a Bridgestone. Para Willy Rampf, diretor-técnico, o F107 introduz novidades aerodinâmicas substanciais.
- Para isso, o novo supercomputador 'Albert' nos ajuda de uma maneira fundamental, pois permite fazer simulações quase perfeitas. A parte dianteira é completamente diferente, assim como a parte traseira e o difusor. As admissões de ar mudaram para melhorar a refrigeração do motor e o peso foi reduzido para melhorar a flexibilidade - diz Rampf.

Vamos esperar então. O que eu não entendo é o porque de uma empresa tão poderosa tecnologicamente como a BMW não lograr exito na formula1, aliás outras grandes fábricas de grandes esportivos como Lamborghini e Porsche também não obtiveram sucesso no circo da F1.